Projeto Beija-Flor
Defensor do Meio Ambiente
A preocupação com a questão ambiental e o desenvolvimento sustentável está na linha de frente dos programas e ações de todos os organismos comprometidos com a preservação e defesa da vida no planeta. De olho nestas ações, o SAAE idealizou, em parceria com estudantes da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), o Projeto Beija-Flor.
Este programa de educação socioambiental é desenvolvido por estudantes da Unimontes, estagiários do SAAE, e tem como público-alvo os alunos das escolas de ensino fundamental de Pirapora.
O objetivo central do projeto é sensibilizar os educandos em relação ao seu ambiente, de forma a adotar valores mais adequados à conservação, aos problemas relativos à crise ambiental, o respeito e a defesa dos bens naturais renováveis e não-renováveis, bem como os culturais, modificando seu comportamento e suas atitudes em relação às causas ligadas ao ambiente. A conseqüência direta é a criação de agentes multiplicadores de atitudes ecologicamente corretas, os Defensores do Meio Ambiente.
O Defensor do Meio Ambiente é um sujeito ativo e consciente no processo de preservação, conservação e defesa de ecossistemas, especialmente os relacionados à água.
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Nome do projeto O nome do projeto surgiu a partir da fábula do beija-flor. Conta a fábula que houve um grande incêndio na floresta. Enquanto os bichos corriam apavorados e desnorteados pela mata, na base do “salve-se quem puder”, um pequeno beija-flor ia do rio para a mata, levando gotinhas de água em seu bico e despejava na floresta, que ardia sob as chamas. O leão, vendo a cena, perguntou para o pequeno beija-flor: “Oh, beija-flor, você acha que vai conseguir apagar o incêndio sozinho?” O beija-flor respondeu: “Eu não sei se vou conseguir, mas estou fazendo a minha parte”. |
Primeira Etapa do Projeto
O projeto foi concebido em duas etapas, com os seguintes objetivos específicos:
- Promover a consciência crítica sobre a problemática socioambiental;
- Incentivar a capacidade de percepção do educando para os vários ambientes de vida e sua importância para a sustentabilidade;
- Despertar no educando atitudes individuais capazes de interferir positivamente em seu ambiente.
A primeira etapa do programa foi desenvolvida em três fases consecutivas e tem como público-alvo estudantes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental:
1ª Fase:
Aulas com duração de 60 minutos cada, abordando os temas “O que é Meio Ambiente?” e “A Importância da Água em nossa Vida”.
2ª Fase:
Mini-oficinas de desenhos e produção de textos, enfatizando os temas trabalhados na primeira fase.
3ª Fase:
Teatro de fantoches (como culminância de projeto), com apresentação da peça “O Casamento da Montanha de Lixo com o Arco-Íris”, enfatizando temas ligados à ética, ao consumismo, meio ambiente e saúde.
Segunda Etapa do Projeto
A segunda etapa do projeto é destinada aos alunos de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental.
Domínio cerrado
Nesta etapa, são abordados temas relacionados ao domínio cerrado, bioma no qual a região de Pirapora está inserida. No domínio cerrado estão localizadas as mais importantes bacias hidrográficas legitimamente brasileiras, além de outras fontes de água oriundas deste bioma e que se distribuem por várias regiões do país.
O objetivo principal é despertar uma visão holística de respeito aos recursos hídricos, ao cerrado e à cultura regional, como meio de desenvolver as potencialidades das crianças e adolescentes, motivando-os a atuarem como agentes transformadores.
Uma das metas centrais é sensibilizar o aluno a ser parte integrante do seu meio ambiente, despertando-o para a prática da solidariedade, da cidadania e do respeito pelo próximo e, de todos, pelo meio ambiente.
Para a consecução dos objetivos, o programa consiste de aulas expositivas, oficinas, trabalhos de campo e outras atividades pedagógicas.
É fundamental, portanto, transmitir ao público-alvo conhecimentos sobre este domínio cerrado e, sobretudo, enfatizar a necessidade de sua preservação e revitalização.
“Uma educação ambiental eficiente e eficaz só se torna possível quando o educando desenvolve intimidade com o lugar onde vive”.







